Tentar transformar uma
história de vida em dístico,
é subjugar uma alma.
É tirar-lhe sua singularidade
e macular sua reputação.
Cada alma tem a sua bagagem.
Há várias vidas parecidas,
mas nenhuma é igual.
É presunção supor que conhece todas as histórias, por ter ouvido um relato semelhante.
É impiedoso interromper um desabafo por achar que
conhece o final,
e já dispõe das respostas,
por tê-las utilizado em
outras ocasiões.
Ouça atentamente, não somente com os ouvidos, mas com todo o seu sentimento...
Na maioria das vezes ninguém busca respostas, apenas alento.
Bárbara Moscozo




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